Poltica

Vereadores do PSC de Porangatu cobram recuperao de trecho da BR-153

  • Publicado em 09/Out/2017 s 20h38 ( atualizado s 20h43).

Hoje, 09, durante sessão na Câmara de Porangatu, os vereadores Pedro de Almeida (PSC) e Roberto Sorveteiro (PSC) usaram a tribuna para alertar sobre a necessidade de os governantes da região Norte se unirem para cobrar do DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes melhorias para a BR-153, principalmente nos trechos onde estão acontecendo mais acidentes.

O vereador Pedro de Almeida citou como exemplo o trecho da rodovia entre os municípios de Estrela do Norte e Mara Rosa onde, no último sábado, 07, um grave acidente envolvendo sete carretas deixou ao menos quatro pessoas mortas.

O vereador Roberto Sorveteiro disse que é preciso que os representantes da região norte estejam empenhados em cobrar do Governo Federal a instalação de lombadas eletrônicas nos trevos da rodovia. “Só assim vamos evitar os acidentes nesses trevos mal feitos igual nós temos em Mara Rosa, Estrela do Norte e de Alvorada – TO, que também já levou muitas vidas”, comentou.

BR-153
Trecho da estrada que estava sob comando da Galvão ficou sem investimentos nos últimos três anos; foi o primeiro caso de devolução de concessão rodoviária.
Enterrada na Operação Lava Jato, a Galvão Engenharia não conseguiu o financiamento bilionário que havia acertado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Depois de três anos de paralisia, o governo decretou a caducidade do contrato e, pela primeira vez na história, tomou de volta uma concessão rodoviária.

Para os usuários da rodovia e os municípios cortados pela estrada, ficaram os riscos, a deterioração, a paralisia dos investimentos e a frustração de um desenvolvimento que não veio.

No trecho de 625 quilômetros da estrada a única base de fiscalização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) que existe no trecho está abandonada. A balança de fiscalização de peso está fora de operação.

É sobre essa realidade que circulam, por dia, cerca de 60 mil veículos. Desse total, 18 mil são caminhões com mais de quatro eixos, todos carregados com grãos ou produtos acabados que circulam pelo eixo rodoviário central do Brasil.